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Terminologias/Nomes Técnicos Corretos e Normatizados em AUDIO DISTRIBUÍDO

Objetivo: Educação tecnológica, incentivo ao uso da normatização técnica, fomento a inovação e tecnologia para o mercado AV. 

As terminologias corretas em qualquer área do conhecimento são imprescindíveis para a especificação normatizada, adequação da linguagem correta na engenharia e arquitetura com mercado, evitando: impasses, retrabalhos, arranhar conceitos profissionais por desconhecer os nomes inerentes e certos tecnicamente, evita conflito com direitos autorais sobre termos que compõem nomes de patentes e marcas registradas, alem de fomentar a produtividade e padronização na integração, gestão e criação de produtos e serviços. No que tange ao segmento de áudio e Videoprojeção respeitar e ter ciência de terminologias certas não é distinto deste contexto.

Conceito: No inerente a Engenharia e Arquitetura o Audio Distribuído (distributed áudio) são sistemas de áudio (equipamentos ou dispositivos de som) para aplicação de música e voz, cuja paginação (distribuição) é composta por vários pontos de caixas acústicas instaladas espaçadas igualmente, projetados e implantados em locais como: locais corporativos, comercial, industriais, residenciais, em que consiste de um projeto implantado customizado tecnicamente com os ambientes do local, em que, cada ponto de som é espaçado igualmente para produzir o mesmo nível sonoro ou quantidade de decibéis – Pressão sonora – por ponto.

É fato com comprovação didática e técnica que “som“ é diferente de equipamento de som, som é uma onda mecânica longitudinal que se propaga em um meio elástico, equipamento de som é um equipamento eletroacústico.

O áudio distribuído pertence ao tipo de instalação predial e residencial denominado de instalação fixa de áudio (Fixed áudio installation).

As linhas de caixas acústicas para áudio distribuído são classificadas e possuem as terminologias:

  • Caixa acústica externa ou caixa acústica de sobrepor de 3 a 8 polegadas
  •  Caixa acústica de embutir  de 3 a 8 polegadas
  •  Caixa acústica esférica para locais com pé direito alto.
  • Caixas acústicas de embutir ativa
  • Caixa acústica externa ativa

Os amplificadores e processadores de áudio para áudio distribuídos possuem as terminologias:

  • Amplificador de áudio 70 v/100 v
  • Amplificador de áudio multizona
  • Amplificador de áudio Multiroom digital
  • Amplificador de áudio integrado 70 v Bluetooth, USB.
  • Receiver Multimedia: USB, Bluetooth, SD FM
  • Multiroom digital com recursos de automação.
  • Speaker distribuidor para áudio distribuído.

Que são terminologias normatizadas corretas para esta linha de caixas, todos que respeitam normas técnicas usam essas terminologias.

O tipo de customização (integração) da instalação do áudio distribuído no local pode ser com:

  • Caixas acústicas de embutir – customizada com o forro seja gesso ou acústico
  • Caixas acústicas externas – Fixadas na alvenaria (parede, pilar) com suporte.
  • Caixas acústicas em formato especial: pedra, vaso de planta, tronco, cogumelo, esférica, pendente (pendent speaker) – São caixas em formato especial para atender ambientes externos como: jardins, áreas externas, piscinas, sacadas que integram e se misturam com o desing do ambiente formando uma harmonia e compatibilização perfeita.

Caixa acústica embutida totalmente na alvenaria – São caixas especiais que são instaladas no interior da parede, permitindo customizar e embutir dentro do revestimento não sendo visíveis, integrando completamente com ambiente, tecnologia mais recente em áudio distribuído.

Os vários tipos de caixas acústicas para áudio distribuído
Projeto de Audio distribuído para varias Zonas.

A reprodução das imagens desse artigo é feita com o permitido no Art. 46 Inc. VII da Lei 9610/98.

Há ainda no mercado os kits de áudio distribuído (distributed áudio kits) destinado a locais menores normalmente até 200 m2 que são compostos de: amplificador Multiroom também chamado multizona, jogo de caixas acústicas de embutir ou jogo de caixas acústicas externas, alguns amplificadores já vem integrados com recursos de players multimídia: USB, SD, Bluetooth, FM.

KIT DE AUDIO DISTRIBUÍDO.- MULTI ROOM OU MULTIZONA


kIT DE AUDIO DISTRIBUÍDO

Inerente a Engenharia eletroeletrônica de projetos o áudio distribuído no design de projetos pode ser projetado com os sistemas:

Inerente ao tipo de linha de transmissão:

  • Linhas de alta impedância (25 v, 50 v, 70 v, 100 v, 200 v) para grandes ambientes
  •  Linhas de baixa impedância: 4 Ω, 8 Ω, 16 Ω pequenos ambientes.

Inerente à tecnologia de fabricação dos equipamentos de áudio:

  • Projeto com amplificadores e processadores de áudio digital, tanto o hardware quanto o fluxo do sinal,
  • Projeto com amplificadores e processadores de áudio digital Networking com protocolos de conexão de comunicação (Dante®, cobranet®, AVB, Blu Link etc),
  • Projetos com amplificadores e processadores de sinal analógicos, este está dentre o mais comercializado devido ao custo,
  •  E atualmente apenas em aplicações Hi End. residenciais, com amplificadores e processadores valvulados.
AMPLIFICADOR DE AUDIO DIGITAL DSP
AMPLIFICADOR DIGITAL NETWORKING

A linha de áudio distribuído esta dentro do segmento de áudio comercial (commercial áudio), este ultimo engloba todos os tipos de instalação para locais corporativos: instalação para musica de fundo e voz, auditórios, teatros, cinemas, salas de conferencia, salas de reunião do futuro, sistemas de alta voz comercial e industrial etc.

A seguir a aplicação em um projeto Premium de áudio distribuído em uma residência com a terminologia correta dos dispositivos.

Ao usar indevidamente uma terminologia que pertence a um produto ou empresa concorrente, coloca-se em risco todo o diferencial de fabricação de um produto ou o diferencial de um serviço, todos perdem, visto que um produto ou serviço de alta qualidade terá o mesmo nome que um produto ou serviço simples ou básico, perdendo também o consumidor.  É o caso que acontece hoje no mercado com as caixas acústicas de embutir, em que uma caixa acústica de embutir Premium de alta qualidade, leva o errôneo nome de linha ou segmento igual de uma caixa acústica básica, imputando conceito técnico errôneo prejudicando também os fabricantes e fornecedores de caixas premium, sendo que as caixas de embutir básicas não seguem normas e nem o selo do fabricante colado no ima do alto falante algumas possuem, por ser um produto que deforma mais rápido

É do conhecimento técnico de qualquer engenheiro ou arquiteto especialista em áudio que em um local, também chamado tecnicamente`zona“ (ambiente) inerente a instalação de áudio, comporta vários tipos de sistemas de áudio (som): áudio distribuído para musica de fundo e voz, áudio para conferencia, sistema de som mecânico, som ao vivo, sistema de som profissional, sistema de som Hi End etc, tudo dependerá da aplicação e necessidade do usuário, não cabendo rotular tecnicamente um ambiente e ir com a manada que não respeita norma técnica nem terminologia como se não utilizasse o cérebro, em que em um local (ambiente), comporta apenas caixinhas de embutir especadas e estas são sempre em baixo volume, cometendo um disparate contra marcas Premium AV de tecnologia que são capazes colocar em um local qualquer tipo de projeto com a pressão sonora que o cliente deseja! A comprovação técnica na engenharia é fácil: Se fosse esse o conceito correto, que dizer que, em um local ou zona de 16 metros quadrados de área, não pode ser colocado um sistema de áudio que produza um ensurdecedor SPL de 150 decibéis? este local não é um tipo de ambiente?.

Conclusão: Quem pratica qualidade e inovação tecnológica na sua linha de produtos e serviços, aplica sempre as terminologias técnicas normatizadas de forma tecnicamente correta, ou criam seu nome de linha de produto ou serviço, que em geral constituem em um sucesso, exemplo: se disser as terminologias de nomes de linhas de produtos: Gshock®, Vaio®, Bluetooth®, todos saberão o que é, imagina se estes fossem apenas mais uma bola de isopor na multidão da web e marketing e se limitasse a copiar um concorrente para um nome de sua linha de produto, se seria sucesso… é fato que produtos e serviços de qualidade constituem objeto de desejo dos consumidores frente a sua solução inerente, em que possuem personalidade técnica para atrair por si seus potenciais clientes, para falarem por si impondo no mercado acima de seus concorrentes, fomentam a marca do fabricante, e constituem um sucesso para o mercado e detentor da respectiva linha de produto ou serviço. E estes últimos não precisam infringir os direitos autorais de outro fabricante ou concorrente copiando ou colocando na sua linha de produtos ou serviços nome similar ou copia-los.

Eng. Luiz Reis Lana

Engenheiro e graduado em Tecnologia da Informação, matemática, especialista em soluções AV. Pro.

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